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De Designer Gráfico a UX/UI Designer na MJV — Entrevista Com Gabriela Masini
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De Designer Gráfico a UX/UI Designer na MJV — Entrevista Com Gabriela Masini

Gabriela Masini é aluna do Bootcamp Master Interface Design e nos conta como foi migrar para a área de UX Design com um background bem diversificado.

Sua formação inicial foi Rádio e TV. Porém, antes de finalizar o curso, já sabia que não era essa área que ela gostaria de seguir.

Então, Gabriela decidiu ir para o design gráfico, onde atuou por 8 anos, mas também não era isso que desejava.

Apesar das incertezas, o que Gabriela sabia é que gostava de Design, mas que queria atuar em algo mais profundo e estratégico.

Quer saber como foi o caminho de Gabriela até chegar no UX Design? Ela tem dicas interessantes para quem quer entrar na área! Continue lendo!

Gabriela, conte sobre seu background

Comecei fazendo Rádio e TV. Ainda no curso, percebi que eu gostava apenas da parte de edição e vídeo e que toda a rotina dessa área não era atrativa para mim. Nem cheguei a trabalhar na área praticamente.

Então, acabei indo para o design gráfico, onde atuei por 8 anos.

Na última empresa em que trabalhei percebi que apenas desenvolver peças gráficas não estava mais me deixando feliz.

Primeiro, pensei em migrar para outra área lá dentro da empresa mesmo. Como eu estava alocada em uma equipe de marketing digital, decidi fazer uma pós-graduação em Gestão de Marketing. Era uma tentativa de ir para uma área mais estratégica.

Em fevereiro de 2019, eu ainda estava na metade da pós-graduação e acabei saindo dessa empresa. Junto com isso, percebi que marketing ainda não era o que eu queria.

Aproveitei que estava com um pouco mais de tempo e decidi procurar por cursos na área de UX.

Eu já tinha uma visão geral dessa área e havia me interessado por ela em um workshop que fiz em 2016.

Eu estava em um momento de conhecer e descobrir qual seria a área que seguiria a partir daquele momento.

Foi assim que você descobriu a Aela?

Sim!

Comecei a pesquisar por cursos. Primeiro, busquei cursos fora do país. Pois, eu também penso em em morar fora.

Porém, percebi que os cursos de fora são muito caros e eu gastaria em média o triplo ou mais do que eu gastaria em um curso de UX Design aqui no Brasil.

Por outro lado, os cursos que eu estava encontrando aqui no Brasil também não me agradavam muito. A maioria eram cursos intensivos, muito curtos e presenciais. Eram semelhantes ao workshop de UX Design que eu havia participado. Vi então que seria a mesma experiência.

Até que eu fui impactada pela Aela no Instagram!

Comecei a pesquisar bastante sobre a Aela. Vi várias entrevistas com alunos que haviam migrado para UX Design, participei do Workshop "Migrando para UX/UI Design" e duas semanas depois disso foram abertas as inscrições para o Bootcamp MID e eu me inscrevi.

Portfólio UX Design Gabriela Masini
Wireframe da landing page UX School – Projeto MID nível 1 | Portfólio Gabriela Masini

O que fez você se sentir atraída pela área de UX Design?

Quando eu estava na equipe de Marketing, eu não queria que outra pessoa desenvolvesse a parte visual dos meus projetos, pois isso é algo que eu gosto muito de fazer.

Em UX Design eu descobri que podia unir as duas coisas: a parte visual com parte estratégica.

Dica de Leitura: Business Design – Por Que é Importante Saber Sobre Negócios?

Como foi o processo de busca por um trabalho em UX Design?

Portfólio UX Design Gabriela Masini
Projeto MID nível 1 – Landing Page | Portfólio Gabriela Masini

Eu estava procurando emprego como Designer Gráfico mesmo. Pois, na época, queria primeiro focar em estudar mais sobre UX antes de procurar algo nessa área.

Porém, recebi muitos "nãos". Acho que era mesmo o universo conspirando para que eu entrasse logo para a área de UX Design.

Assim, conclui o Nível 1 do Bootcamp, coloquei todo meu projeto no Behance e já comecei a procurar vagas na área de UX Design. Quando eu comecei o Nível 2, fui chamada para duas entrevistas, mas meu projeto desse nível ainda não estava pronto.

Dessa forma, juntei tudo o que eu tinha feito até ali: estudo de personas, jornadas dos usuários, e apresentei daquele jeito mesmo. Assim, pude mostrar o passo a passo do que eu já tinha feito.

E deu certo! Eles viram que eu tinha conhecimento sobre o que eu estava fazendo e fui chamada para as duas vagas!

Dessas duas, escolhi a MJV e comecei a trabalhar nela em Outubro de 2019. Apenas 4 meses após ter começado o Bootcamp MID, e olha que no primeiro mês eu nem consegui me dedicar aos estudos, pois eu estava fazendo um freela.

E essas entrevistas foram tranquilas. Em uma delas, me perguntaram se sabia sobre programação e eu fui sincera, disse que sabia apenas o necessário para conversar com um desenvolvedor, mas que não entendia ao fundo de programação.

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Como foi o processo de entrada na MJV

Em abril de 2019 eu já havia tido contato com a MJV. Tenho uma amiga que trabalha lá e eu marquei uma conversa com o Gerente de UX Design. Nessa oportunidade, ele me passou algumas dicas para migrar para essa área.

Conversei com ele e até entendia o que ele falava, mas não conseguia me guiar para migrar para o UX apenas com aquelas informações.

Em outubro de 2019, enquanto estudava o nível 2 do MID, abriu uma vaga na MJV.

A minha amiga que trabalha lá me indicou e eu fui entrevistada pelo mesmo gerente que havia me passado as dicas. Ele ficou surpreso com o material que entreguei, pois havia pouco tempo, cerca de 4 meses, que eu tinha começado a estudar UX.

Quando eu entrei na MJV, eu havia recebido também uma outra proposta de uma empresa que também trabalhava como consultoria, mas era de e-commerce.

A principio achei que seria bom, pois eu já havia trabalhado com e-commerce. Mas depois pensei: qual dessas empresas iria agregar mais na minha vida e na minha carreira? Em qual delas eu teria a chance de me desenvolver mais?

Decidi então ir para a MJV, que possui muitos clientes, de áreas diversas. Assim, eu teria uma chance de aprender mais coisas.

Como é seu trabalho na MJV?

Estou atuando como UX/UI Designer na MJV faz 3 semanas. E de cara entrei num projeto que já havia sido feita a imersão com o cliente. Então, as primeiras semanas foram intensas até eu consegui pegar e entender o projeto.

Eu nunca tinha estudado nada sobre essa área desse cliente e, como a imersão já havia passado, eu tive que pegar todo conteúdo e análises e acompanhar. Tentei absorver o máximo de informações que eu podia.

Cheguei até mesmo a pensar: será que vai ser assim para sempre?!

Mas eu sabia que, apesar de parecer bem complicado no início, tinha muito a ver com o momento que eu estava, em uma nova área, em uma nova empresa e ainda por cima com o projeto iniciado.

Hoje, eu estou conseguindo unir as duas coisas que eu queria: a parte visual com a parte estratégica.

Portfólio Gabriela Masini
Wireframe de dashboard – Projeto MID nível 1 | Portfólio Gabriela Masini

Qual está sendo seu maior desafio hoje?

Os workshops desse novo projeto.

Eu deixei claro que eu nunca tinha feito aquilo. Assim, meus gerentes já colocaram alguém para dividir a mesa comigo, enquanto eu estou me habituando com essa nova área e rotina.

Desde então, já passaram dois workshops e eu sempre tive alguém mais experiente dividindo a mesa comigo. Mas no próximo acredito que já serei capaz de liderar sozinha um workshop.

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Quais são seus planos para o futuro?

Eu ainda não sei muito bem…

Mas o que eu tenho certeza é que eu quero sair do país. Primeiro, quero passar um tempo aqui, trabalhando como UX Designer e adquirindo mais experiências e confiança antes de fazer essa nova mudança.

Sei que aqui na empresa tem oportunidades de eu trabalhar em outras sedes que eles possuem em outros países.

Quais são as dicas que você daria para alguém que deseja migrar para UX Design?

Estude e monte um portfólio. Pois, só estudar não adianta, você precisa realmente internalizar os conhecimentos e colocar em prática, trabalhando em cima dos passos.

Então, pratique bastante em cima de todas etapas que você vem estudando. Essa prática é muito importante.

Hoje sei que fiz uma boa escolha ao migrar para UX Design e escolher trabalhar na MJV.

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