O Que é Design Centrado no Usuário e Como Aplicá-lo no Dia a Dia?

O Design Centrado no Usuário é um conceito fundamental para o desenvolvimento de novos produtos e para a implementação do UX em sua empresa. Continue a leitura para entender como implementá-lo em seus projetos!
Design Centrado no Usuário: Capa do Artigo

O conceito de Design Centrado no Usuário consiste em, basicamente, colocar o usuário no centro das tomadas de decisão do desenvolvimento de produtos.

Não muito tempo atrás, ao comprarmos um produto era comum precisarmos de um manual de instruções para entender suas funcionalidades e como poder utilizá-lo.

No final do dia, nós tínhamos que nos adaptar ao produto e nem sempre ele atendia as nossas expectativas ou solucionava os nossos problemas da melhor maneira possível.

Hoje, esse cenário se inverteu. Tornaram-se muito mais comuns os produtos com uso e interfaces intuitivas.

Quando você resolve adquirir um novo aplicativo para o seu celular, por exemplo, você tem um extenso manual de instruções acompanhando o download? Ou você consegue facilmente navegar pela interface e ir descobrindo em poucos clique as funcionalidades do produto?

Neste artigo, abordaremos mais a fundo sobre o Design Centrado no Usuário e explicaremos quais os benefícios que ele traz e como implementá-lo em seu dia a dia.

O que é Design Centrado no Usuário?

O Design Centrado no Usuário (DCU) é um processo iterativo de desenvolvimento de design, baseado e com foco nas necessidades dos usuários.

Em outras palavras, Design Centrado no Usuário é sobre entender os objetivos dos usuários para que o produto em desenvolvimento se adapte e satisfaça os seus interesses.

Se antigamente o usuário é quem deveria adaptar suas atitudes e comportamentos para conseguir utilizar os produtos, hoje o sentido dessa força se inverteu.

No entanto, esse novo olhar para o desenvolvimento de produtos não beneficiou apenas os usuários, mas também as empresas e os próprios designers, trazendo mais possibilidade de retorno e sucesso para os seus produtos.

Design Centrado no Usuário e Design Centrado no Ser Humano

Dentre as tantas siglas e conceitos que existem no meio, é possível encontrar alguns termos similares, mas que nem sempre significam a mesma coisa.

Esse é o caso de comparar Design Centrado no Usuário (User Centered Design) com Design Centrado no Ser Humano (Human Centered Design).

Em um ambiente de desenvolvimento de produto, dentro de uma empresa, esses dois conceitos podem ser usados e entendidos com o mesmo significado: foco no usuário e no atendimento de suas necessidades.

No entanto, é importante entender que existe uma leve diferença entre esses dois termos.

Quando falamos sobre Design Centrado no Ser Humano consideramos as necessidades e características mais abrangentes das pessoas, como percepções, ergonomia, cognição e sociologia.

Já quando falamos de Centrado no Usuário, consideramos as particularidades, hábitos e preferências de um grupo específico de pessoas.

De maneira geral, o entendimento é: todo usuário do seu produto é um ser humano, mas nem todo ser humano é usuário do seu produto.

Nesse sentido, é importante estabelecer pesquisas para aprofundar o conhecimento sobre quem realmente é o seu usuário, e não desenvolver um produto genérico tentando atender a, literalmente, todo mundo.

DCU e o UX Design

Imagem ilustrativa no artigo de Design Centrado no Usuário. Wireframes e UX Design

Quando entendemos melhor o que é o DCU, fica mais fácil compreender a relação entre esse conceito e o UX Design.

Atualmente é bastante comum associarmos diretamente o UX Design e o DCU com produtos e interfaces digitais. Mas a verdade é que os conceitos de Design Centrado no Usuário e de User Experience podem — e devem — ser aplicados em todos os tipos de produto e serviço, inclusive nos físicos.

Dica de Leitura: O Que É UX Design e Como Atuar na Área?

Os benefícios do Design Centrado no Usuário

Quando falamos dos benefícios do Design Centrado no Usuário, obviamente pensamos em primeiro lugar no impacto dos produtos na experiência dos usuários.

No entanto, a utilização dos processos do DCU possui vantagens também para a empresa e para o próprio designer.

Nesse sentido, temos:

1) Benefícios para o Designer

  • Mais oportunidades: uma vez que o mercado de UX Design está em expansão, compreender os conceitos de Design Centrado no Usuário permite o alcance de mais oportunidades;
  • Possibilidade de ajudar pessoas: tendo em vista o desenvolvimento de produtos para atender às necessidades dos usuários, o DCU permite que o designer melhore a qualidade de vida de muitas pessoas;
  • Participação na estratégia da empresa: UX Design e o DCU vão além de construção visual e estética, esses conceitos estão diretamente ligados à estratégia da empresa e conhecê-los permite que o designer se comunique melhor com os executivos e outros stakeholders.

2) Benefícios para o Usuário

  • Melhor qualidade de vida: tendo em vista o design voltado para às necessidades, o usuário é aquele que usufrui diretamente do DCU;
  • Democratização da tecnologia: o foco no usuário permite criar interfaces mais democráticas e acessíveis, fazendo com que qualquer pessoa consiga utilizar seu produto.

3) Benefícios para as empresas

  • Melhoria na qualidade dos produtos: por conta do processo iterativo e recebimento constantes de feedbacks dos usuários é possível aprimorar constantemente os produtos;
  • Produtividade da equipe: pela objetividade e otimização do tempo e outros recursos;
  • Aumento do valor da marca: a percepção de valor dos consumidores aumenta quando uma empresa coloca foco nos seus usuários;
  • Aumento da receita: produtos melhores de uma empresa com alto valor de marca tendem a vender mais;
  • Redução dos custos: por conta da otimização dos recursos e melhor investimento do tempo dos profissionais.

Dica de Leitura: Como o Design Centrado no Usuário Pode Beneficiar a Todos

Princípios do Design Centrado no Usuário

Considerado o pai do UX Design, Don Norman definiu 4 grandes princípios do Design Centrado no Usuário que vão nortear e ajudar na implementação do conceito no seu dia a dia.

Em tempo, Don Norman é um dos nomes por trás da Nielsen Norman Group, uma das maiores consultorias de UX Design no mundo e foi responsável por disseminar os conceitos de usabilidade, UX e Design Centrado no Usuário através de seus trabalhos, livros e, claro, pela NN/g.

Foto de Don Norman, um dos nomes por trás da Nielsen Norman Group
Don Norman. Fonte: NN/g

Para Norman, os 4 princípios do DCU são:

  1. Resolver a raiz do problema: nem sempre o problema central é aquele que foi apresentado inicialmente, por isso é importante concentrar pesquisas para entender qual é a real necessidade a ser suprida;
  2. Ter foco nas pessoas: é importante ter uma visão voltada para todas as pessoas, não somente para o usuário final, mas para todos que estão presentes no processo de utilização do produto;
  3. Ter abordagem sistêmica: pensar em atividades de forma macro e em como elas dão suporte a uma atividade ou fluxo maior. Tenha em mente todas as pessoas e etapas que fazem parte do processo, e como eles interagem entre si;
  4. Realizar testes rápidos e contínuos: lembrar que o processo de DCU é iterativo e deve ser acompanhado de perto, sendo necessária a realização de testes com os usuários para coletar feedbacks de forma rápida.

É importante praticar esses princípios para que você os desenvolva, internalize e consiga gerenciar os processos de Design Centrado no Usuário da melhor maneira possível.

Para te ajudar, sugerimos que você leia o nosso artigo voltado para este tema:

Os designers do século XXI

Don Norman também traz outras perspectivas com relação ao perfil e ao escopo de trabalho dos designers atualmente.

Norman descreve 4 grandes desafios que estamos inclinados a encarar no século XXI:

  1. Performance;
  2. Sistêmico;
  3. Contextual;
  4. Global.

Para cada um desses grandes desafios, existe um tipo específico de designer capaz de superá-los.

Desafio de Perfomance

Os desafios de performance estão mais próximos do design tradicional.

Nesse tipo de desafio, o designer deve maximizar a perfomance do produto, utilizando novas tecnologias e atendendo, claro, as necessidades e desejos do usuário.

O designer que encara desafios de performance possui um bom conjunto de habilidades técnicas, bem como a compreensão do impacto do design nos negócios.

O exemplo que Don Norman descreve para esse desafio é o desenvolvimento de um produto de iluminação para casas.

Desafio Sistêmico

O desafio sistêmico envolve o desenvolvimento de produtos complexos para tipos de usuários diferentes, que possuem necessidades individuais, mas fazem parte do mesmo sistema/ jornada.

O designer deve possuir habilidades em pesquisa e trabalhar com diversos tipos de tecnologia.

Nesse tipo de desafio, o designer deve saber pensar de modo sistêmico, em que cada interface possua o mesmo conteúdo, mas de forma a atender usuários diferentes.

Além disso, o designer deve saber envolver pessoas mais técnicas para ajudar a desenvolver o melhor produto final.

O exemplo que Don Norman oferece para esse desafio é o desenvolvimento de um sistema de imagens que atende a todos os profissionais de medicina de um hospital.

Desafio Contextual

No desafio contextual, o designer precisa desenvolver um produto, com a ajuda das pessoas locais (usuários) de forma que elas consigam, posteriormente e por si mesmas, efetuar as devidas manutenções e aprimoramentos.

Nesse desafio, o designer deve com diversos tipos de pessoas, incluindo o próprio usuário, bem como stakeholders, pessoas do governo e líderes de comunidade.

Dessa forma, o designer deve ajudar a desenvolver um produto levando em consideração todo o contexto no qual o usuário está inserido.

O exemplo usado por Don Norman para este desafio é o desenvolvimento de um sistema sanitário para uma vila no interior da Índia.

Desafio Global

No desafio global, acontece o desenvolvimento de sistemas em larga escala e com impacto internacional.

Para esse desafio, Don Norman exemplifica utilizando um dos problemas sociais listados pela ONU, a fome. Portanto, zerar a fome é um desafio global e o designer precisa ter habilidades que transcendem o design.

Nesse exemplo, o designer deve entender de cadeia de suprimentos em escala global, de impactos sócio-econômicos, diplomacia e política.

Segundo Norman, para cada um desses desafios, é necessário um tipo de perfil diferente de designer.

Nesse sentido, Norman levanta um questionamento sobre a maneira com que a educação e a formação de designers é conduzida atualmente.

Tendo em mente que os desafios dos designers podem tomar proporções globais e, dessa forma, necessitar habilidades além do próprio design, a educação formal está adequada a esse novo cenário?

É importante sempre ter em mente que o Design Centrado no Usuário é um conceito base e que pode — e deve — ser elevado a potências muito além daquelas que são ensinadas formalmente.

O processo de Design Centrado no Usuário

O processo de DCU envolve diversos métodos e ferramentas com o objetivo de contextualizar e aprofundar o conhecimento sobre o usuário e suas necessidades.

Nesse sentido, o processo de DCU pode sofrer pequenas alterações de projeto para projeto ou de empresa para empresa, mas, basicamente, há 4 grandes fases principais que não podem ficar de fora:

  1. Identificar o contexto de uso: quem são os usuários, em qual momento, circunstância e por que eles vão utilizar o seu produto;
  2. Identificar requisitos: entender o que é preciso para que o produto seja desenvolvido, bem como identificar quais são os objetivos do usuário e como eles estão relacionados com as metas do negócio;
  3. Desenvolver a solução: efetivamente criar a solução a partir das informações coletadas sobre o usuário;
  4. Avaliar a solução: efetuar testes de usabilidade para verificar o que funciona e o que precisa de alteração.
Processo de Design Centrado no Usuário: Identificar contexto de uso; identificar requisitos; desenvolver solução e avaliar solução
Fonte: Interaction Design Foundation

Um ponto importante que não pode ser esquecido é que todo o processo de Design Centrado de Usuário deve ser cíclico, iterativo. Ou seja, na última fase, ao identificar as devidas oportunidades de melhoria no design, é essencial voltar à fase de pesquisa e de identificação de contexto e requisitos para criar uma versão melhorada do produto.

A ideia de criação de um produto à prova de falhas e perfeito é, não somente uma ilusão, como muito perigoso, trazendo desperdícios de tempo, dinheiro e de outros recursos.

Portanto, a iteratividade do processo é fundamental para que o foco esteja sempre na usabilidade e nos objetivos do usuário.

Esse pensamento cíclico pode ser encontrado, inclusive, em outros conceitos como:

A ideia da iteratividade no DCU é baseada no conceito de metodologia científica e, por isso, podemos ficar com uma questão martelando em nossas cabeças: UX Design é arte ou é ciência?

Para esclarecer melhor essa ideia, sugerimos a leitura do nosso artigo sobre o tema:

A multidisciplinaridade no processo de Design Centrado no Usuário

O objetivo principal do Design Centrado no Usuário é conseguir identificar, coletar e compreender toda e qualquer informação relevante sobre o usuário e sobre suas expectativas, objetivos e necessidades.

Com isso, é possível criar produtos, interfaces e experiências completas para que as pessoas se sintam satisfeitas, fazendo com que os benefícios do DCU sejam usufruídos por todas as partes.

Nesse sentido, para garantir uma total compreensão do contexto envolvido e da experiência esperada, é fundamental que o time de projeto traga profissionais de diversas áreas, promovendo a multidisciplinaridade.

As diferentes visões e backgrounds possibilitam uma maior e melhor análise sobre a jornada do usuário e sobre como desenvolver a solução mais adequada.

Portanto, é interessante contar com a colaboração de: designers, psicólogos, stakeholders, desenvolvedores, analistas de marketing, do negócio, vendas, etc.

É claro que a construção dessa equipe diversa é difícil e muitas vezes inviável. No entanto, é importante o esforço para obter o máximo de multidisciplinaridade possível.

Mesmo que não consiga montar uma equipe multidisciplinar ideal, não deixe de estudar e implementar os conceitos de DCU nos projetos.

Muitas empresas utilizam o argumento da falta de pessoas e da falta de tempo para não realizarem um trabalho baseado em DCU. No entanto, existe um conceito que pode ajudar nessas situações: o Rapid Research.

Ferramentas que ajudam a implementar o DCU

Até o momento, apresentamos muitas questões importantes, mas ainda no campo teórico sobre o Design Centrado no Usuário. Ilustramos os processos e os princípios, mas na prática, como podemos começar a implementar o DCU?

Nesse sentido, existem diversas ferramentas que podem te ajudar a efetuar pesquisas, análises e validações a respeito dos seus usuários com o objetivo de entendê-los melhor.

Portanto, compartilharemos algumas dessas ferramentas que vão te ajudar a implementar o Design Centrado no Usuário, lembrando que há uma infinidade de outros recursos e métodos que não se limitam a essa pequena lista.

Entrevista com Usuários

Ilustração de entrevista com usuários, ferramenta de Design Centrado no Usuário

A entrevista com usuários é um método integrante do processo de UX Research.

O objetivo dessa ferramenta é captar informações do usuário para aprender mais sobre seus hábitos, necessidades, comportamentos ou qualquer outro assunto específico e de interesse para o projeto.

Dessa forma, a entrevista com usuários é uma forma rápida de coletar dados como:

  • background do usuário (demografia e etnografia);
  • como o usuário interage e usa a tecnologia;
  • como ele usa ou vai usar o seu produto;
  • seus objetivos, motivações, dores e necessidades.

Confira nosso artigo para se aprofundar no tema:

Persona

Persona, ferramenta de Design Centrado no Usuário

A persona é uma representação do usuário do seu produto criada a partir de informações coletadas de pessoas reais.

Por meio dela é possível criar produtos mais especializados e que atendam verdadeiramente as necessidades dos consumidores.

Não é preciso dizer que essa ferramenta é bem poderosa quando falamos sobre Design Centrado no Usuário.

No entanto, é importante ressaltar que a criação de personas não deve ser feita baseada em achismos. A base do desenvolvimento de boas personas é a pesquisa direta e o entendimento profundo dos seus usuários.

Para entender melhor como utilizar as personas, sugerimos a leitura do nosso artigo focado no tema:

Jornada do Usuário

Jornada do Usuário, ferramenta em Design Centrado no Usuário

A Jornada do Usuário é uma ferramenta que tem como objetivo mapear toda a interação do usuário com o seu produto, desde os momentos iniciais de consideração até sua efetiva utilização.

É por meio dessa ferramenta que são identificados todos os pontos de contato com o produto e, dessa forma, é possível montar uma história e uma trajetória ao redor do usuário.

A utilização da Jornada do Usuário é importante principalmente para que a equipe não desvie o foco do usuário, tendo em vista que toda a trajetória é feita a partir dele.

Para entender melhor como construir uma Jornada do Usuário para o seu processo de DCU, leia o nosso artigo sobre o assunto:

Teste de Usabilidade

Teste de usabilidade, ferramenta em Design Centrado no Usuário

O teste de usabilidade é uma ferramenta que diz respeito a validação do seu produto e para identificar oportunidades de melhoria.

Nesse sentido, o teste é feito com usuários e coletam-se informações sobre os seus comportamentos e expectativas com relação ao produto.

Dessa forma, o testes são imprescindíveis no processo de Design Centrado no Usuário porque ele ajuda na confirmação — ou não — das hipóteses criadas a respeito da experiência do usuário.

Apesar de parecer um tema simples, existem algumas técnicas fundamentais para extrair o máximo dessa ferramenta. Você pode encontrar mais detalhes em nosso artigo sobre o tema:

Pesquisa de Campo

Pesquisa de campo, ferramenta em DCU

A pesquisa de campo é a observação e coleta de informações feita no contexto natural do usuário, ou seja, longe do seu escritório ou laboratório.

Nesse sentido, o objetivo da pesquisa de campo é entender como o usuário se comporta naturalmente, como ele usa seu produto no dia a dia e como é possível melhorar a relação entre eles.

Dessa forma, a pesquisa de campo é uma grande aliada do Design Centrado no Usuário, para poder compreender o comportamento e hábitos dos usuários, retirando qualquer viés e influência externa e coletando informações relevantes para o desenvolvimento do seu projeto.

Considerações finais

O Design Centrado no Usuário é tão abrangente quanto importante para os seus projetos de UX Design.

Nesse artigo, nós contemplamos apenas uma introdução sobre o tema e é importante que você continue os estudos para se aprofundar e compreender melhor o assunto.

Dessa forma, existem outros temas que também são fundamentais, mas que não foram contemplados tão a fundo nesse texto.

Ficou claro que quando falamos sobre DCU estamos falando sobre entender o usuário e isso implica diretamente em um conceito muito importante, a empatia.

É importante lembrar de estudar um pouco mais sobre a empatia e como ela acontece e funciona, porque esse conceito é bem mais abrangente do que o simples “colocar-se no lugar do outro.”

Além disso, como visto no começo desse texto, o Design Centrado no Usuário também tem como objetivo atingir e contribuir para o sucesso da organização. Por isso é fundamental que você também possua conhecimentos sobre negócios.

A junção entre o entendimento do usuário com as metas da empresa é que vai fazer com que o DCU seja bem estruturado e bem sucedido.

Caso seja do seu interesse, acesse os conteúdos relacionados a esses temas:

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