Lean UX: O Que É e Por Que Usar Em Seus Projetos de UX?

Que tal poder reduzir os riscos do processo de desenvolvimento de produtos? Ao invés de criar um produto ideal em meses é possível enxugar esse tempo e trabalhar com hipóteses que melhoram o seu produto a cada ciclo de teste com usuários. Esse é o conceito de Lean UX. Continue no artigo porque explicaremos tudo para você.
Lean UX: O Que É e Por Que Usar Em Seus Projetos de UX?

Desenvolver produtos ou até mesmo melhorias em produtos já existentes pode criar alguns riscos para a empresa.

Não é difícil de imaginar o alto investimento em tempo e dinheiro para desenvolver um produto. E que, no final, pode não atender as necessidades do usuário.

Nesse sentido, não seria interessante ter como testar as ideias que o time tiver sobre a melhoria de um produto, antes de implementá-lo?

A boa notícia é que existe um conceito que permite reduzir bastante todos os riscos envolvidos no processo de desenvolvimento de produtos, tendo bastante foco no aprendizado e na iteração, a partir de ciclos de testes com os usuários.

Acho que não precisamos dizer que esse conceito chama-se Lean UX!

Em tempo: Você sabe por que é o UX Designer precisa ser curioso?

O que é Lean UX?

Lean UX é um conceito em Design que propõe uma nova maneira de trabalho, com o intuito de tornar os processos mais eficientes e ágeis.

A sua visão é diferenciada porque não observa o desenvolvimento de produtos como um processo de entregáveis. Mas como um processo de validação de hipóteses focado na experiência do usuário.

Nesse sentido, o objetivo do Lean UX é obter feedbacks dos usuários o mais rápido possível. Assim, pode-se tomar decisões e melhorar o produto com mais agilidade e precisão.

Esse conceito surgiu a partir dos ensinamentos de outros dois conceitos — Lean Startup e Filosofia Agile — e foi descrito por Jeff Gothelf em seu livro: Lean UX.

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Qual a base de pensamento do Lean UX?

Como mencionado, o Lean UX foi criado tendo como base dois outros conceitos: Lean Startup e a Filosofia Agile.

Lean Startup

O Lean Startup é um conceito criado por Eric Ries para melhorar a maneira como as Startups fazem negócio.

Nesse sentido, o Lean Startup introduziu uma forma diferente de pensar, baseado na eliminação de desperdícios — Lean Manufacturing — para que o o produto da Startup pudesse agregar o máximo de valor para os consumidores.

Além disso, Ries propõe uma abordagem bastante prática para o desenvolvimento de produtos. Ao invés do empreendedor montar um Business Plan com diversas previsões e números, o Lean Startup propõe um canvas chamado Business Model.

Na prática, o Lean Startup promove o rápido aprendizado baseado nas respostas e feedbacks dos clientes e usuários.

Por ser um processo de aprendizado constante e rápido no desenvolvimento de produtos, o Lean Startup influenciou claramente e diretamente a atuação do UX Design no fluxo.

Dica de Leitura: Saiba mais sobre Lean Startup!

Filosofia Agile

A Filosofia Agile surgiu, em um primeiro momento, para melhorar o desenvolvimento de softwares. Mas, atualmente, é uma filosofia amplamente adaptada para os diversos tipos de mercado.

Basicamente, a Filosofia Agile é um tipo de pensamento que prioriza a rapidez e promove menos processos burocráticos. Dessa forma, diversos métodos são baseados nessa filosofia, inclusive o Lean UX.

Nesse sentido, os benefícios de uma Filosofia Agile podem ser resumidos em:

  • Melhor transparência no desenvolvimento de produtos;
  • Menos desperdício de tempo;
  • Mais assertividade na comunicação.

Assim, basicamente foram essas diferentes linhas de pensamento, somado ao novo modelo de negócios de Startups, o que deu origem ao conceito de Lean UX, descrito por Gothelf.

Quer saber tudo sobre a Filosofia Agile? Leia este artigo!

Quais os fundamentos do Lean UX?

Lean UX, então, visa reduzir o desperdício e criar mais valor agregado ao produto para os usuários.

Além disso, o foco em iteratividade e melhoria contínua através de feedbacks dos usuários é bastante presente no conceito de Lean UX.

Dessa forma, para sustentar essas ideias, temos alguns fundamentos de base do Lean UX para que se consiga extrair o máximo de eficiência desse conceito.

Esses princípios estão divididos em:

  • Organização de Equipe/time;
  • Cultura;
  • Processos.

Princípios para organização de time em Lean UX

  1. Times Multifuncionais: é importante a criação de um time com profissionais de diversas expertises — UX, Negócio, Marketing, Desenvolvedores, etc — e que eles tenham alto grau de colaboração;
  2. Pequeno, Dedicado e Posicionado: além de multifuncionais, os times devem ser pequenos — de no máximo 10 pessoas —, dedicados somente a um projeto por vez e alocados na mesma sala ou lugar para facilitar a comunicação;
  3. Auto suficiente e empoderado: o time deve ser autônomo o suficiente para conseguir tomar as decisões pertinentes ao projeto;
  4. Foco em resolução de problemas: a equipe deve trabalhar em busca da resolução de um problema enunciado, ao invés de implementar novas soluções.

Princípios para a cultura

  1. Da dúvida para a Certeza: em Lean UX não devemos ser movidos por achismos ou gostos pessoais. Devemos entender que cada premissa e hipótese devem ser testadas antes de se tornarem verdade;
  2. Progresso é Resultado e não Entregas: o progresso deve ser medido em resultados mensuráveis, como aumento da satisfação do usuário. Progresso não é desenvolver mais atributos para um produto que não funciona;
  3. Conhecimento Compartilhado: é importante que todos da equipe estejam com o mesmo entendimento do produto, do usuário e de qualquer outro elemento crucial para o projeto;
  4. Anti-padrão: Sem Rockstars, Gurus ou Ninjas: muito parecido com o princípio anterior. Um time de Lean UX não deve colocar a responsabilidade de conhecimentos exclusivos para algumas pessoas do time. O conhecimento deve ser compartilhado sempre;
  5. Permissão para falhar: a mentalidade da equipe tem que ter foco na experimentação e validação. Dessa forma, o foco não é o acerto, mas o aprendizado.

Princípios para processos

  1. Pequenas Quantidades: criar e desenvolver apenas o necessário para o produto evoluir e criar valor (MVP). O foco é o aprendizado e a redução de riscos;
  2. Descoberta Contínua: em Lean UX é importante o feedback dos clientes e usuários. Por isso é essencial ter a mentalidade de descoberta e sempre conversar com os consumidores para descobrir o que eles fazem e porque fazem;
  3. Getting Out Of The Building: saia do escritório! Vá para rua testar as ideias e aprender com elas ao invés de ficar sentado na cadeira;
  4. Exteriorize o trabalho: tire as ideias da cabeça e mostre para o público;
  5. Desenvolver a analisar: desenvolver uma primeira versão da ideia é melhor do que ficar discutindo se ela vai dar certo ou não;
  6. Não pense em entregáveis: tenha foco na criação e na validação das hipóteses. Não pense em criar apenas entregáveis que não agregam valor ao usuário.

Já que falamos sobre fundamentos, que tal conhecer as Leis de UX?

O processo do Lean UX

O processo do Lean UX é conduzido com base em 3 grandes ideias: Pensar, Fazer e Checar.

  • Pensar: está relacionado com a criação de premissas para um certo problema e para o seu contexto. A partir dessas premissas é possível criar hipóteses que serão testadas;
  • Fazer: está relacionado com o desenvolvimento do produto que atenda as necessidades do usuário. É bastante importante entender o conceito de MVP — o qual abordaremos mais adiante;
  • Checar: está relacionado com o teste do produto e com a validação — ou não — das hipóteses criadas sobre ele. Apesar de ser o último item dessa lista, ele é o gancho para a iteratividade. Essas 3 ideias se tornam um loop, no qual após checar e receber o feedback do usuário, voltamos para o começo que é Pensar.

Perceba como essas ideias são bastante similares com as que encontramos em outros conceitos como Lean Startup, Filosofia Agile e Design Thinking. Assim, todas acabam se relacionando e se complementando.

Os elementos do processo de Lean UX

Ao entrarmos mais a fundo no processo de Lean UX, podemos ficar com algumas dúvidas básicas como, por exemplo, o que é uma premissa ou como crio uma hipótese.

Nesse sentido, vamos explicar rapidamente cada um desses elementos para que você entenda como aplicar e criar cada um deles.

Premissas

As premissas são elementos que precisam ser criados em conjunto com o time inteiro. Dessa forma, é possível captar percepções diversas e todo mundo fica alinhado com o que será definido.

Para definir as premissas, você pode começar com perguntas simples como:

  • Quem são os usuários?
  • Para qual objetivo o produto é utilizado?
  • Quando ele é utilizado pelo usuário?
  • Qual é a melhor funcionalidade dele?
  • Quais os riscos que ele impõe?
  • Qual o problema que deve ser resolvido?

Contudo, as perguntas podem variar de acordo com seus objetivos e durante o projeto também. As premissas não são cravadas na pedra e conforme o projeto for oferecendo aprendizados, as premissas podem acabar mudando também.

Além disso, as respostas para as perguntas podem acabar gerando diversas premissas. Portanto, se este for o caso, priorize as principais premissas. Caso contrário você não conseguirá trabalhar com todas elas.

Hipóteses

Após definir as principais premissas é hora de criar as hipóteses que serão testadas no final do ciclo.

A criação das hipóteses deve refletir alguma crença que exista e que possa melhorar ou solucionar o problema proposto pelo projeto.

Por exemplo: se simplificarmos a tela de cadastro, talvez o número de usuários cadastrados aumente.

Essa pode ser uma hipótese baseada em uma premissa que diz que o usuário não possui muito tempo ou paciência para preencher telas de cadastro muito extensas.

O importante da criação da hipótese é entender o que se espera atingir com essa ideia e como podemos mensurá-la para avaliar se ela se provou verdade ou não.

No caso do exemplo acima, uma evidência da validação da hipótese seria o aumento de número de cadastros feitos após a simplificação da interface.

Portanto, uma hipótese não é apenas uma suposição jogada aos ventos. Ela precisa ser capaz de ser evidenciada e validada. É ciência e não misticismo.

Dica de leitura: Saiba o que é um Viés Cognitivo e como ser imparcial em seus projetos de UX!

Minimum Viable Product – MVP

Outro elemento essencial no processo de Lean UX é o famoso MVP: Produto Mínimo Viável.

O MVP é a construção mais básica de um produto que consiga testar as hipóteses que foram criadas no processo.

Por isso, o MVP não é um produto completo com diversos features.

Caso funcione e seja validado, o MVP pode ir evoluindo a cada ciclo e a cada teste de hipótese. Ou, então, pode ser descartado caso não haja validação de que as hipóteses foram efetivas.

Teste e validação

O teste é essencial no processo de Lean UX. É através dele que você obtém respostas para a sua hipóteses e que levarão a sua validação ou não.

É importante lembrar que o processo de Lean UX é um processo rápido, com tempo bastante curto. Portanto, a fase de teste deve ser feita com agilidade e precisão, para que os resultados obtidos tragam os aprendizados necessários.

Essa fase de teste e validação é bastante complicada, porque em projetos maiores de UX Design a fase de teste tende a ser mais elaborada e a consumir mais tempo.

Saiba como preparar e conduzir um teste de usabilidade!

Como adaptar o processo de pesquisa para trabalhar com Lean UX

Um dos grandes desafios do Lean UX é conseguir aprender rápido junto com os usuários, para conseguir validar ou não a sua hipótese.

O processo de pesquisa é bastante complexo e crucial para toda a execução do conceito de Lean UX. Portanto, é imprescindível tratar esse processo com bastante importância.

Contudo, a agilidade é bastante presente em Lean UX como um todo. Dessa forma, há a necessidade de adaptar o processo de pesquisa para que ele atenda aos prazos mais curtos do Lean UX.

1) Comece pequeno

Pode ser que a vontade de criar um processo robusto de pesquisa seja maior do que sua real necessidade.

Isso porque em um processo de Lean UX você não precisa ter um programa de pesquisa exuberante, mesmo porque o intuito do Lean é ser o que seu próprio nome propõe: enxuto.

Nesse sentido, comece pequeno com o seu planejamento e programa de pesquisa. E mais do que técnica, você precisa ter constância. Ou seja, obtenha feedbacks dos usuário constante e frequentemente.

Começando pequeno, naturalmente você alcançará uma maturidade em UX onde você conseguirá refinar melhor os seus resultados, incorporando elementos qualitativos à pesquisa.

2) Envolva o time todo

Um dos princípios do Lean UX é montar um time multifuncional, e isso é bastante importante para o processo de pesquisa também.

Diferentes profissionais têm diferentes visões sobre uma mesma situação. Nesse sentido, enquanto uma pessoa aplica a pesquisa nos usuários, outros membros da equipe devem ficar observando e anotando insights e observações para serem discutidas e analisadas posteriormente.

Ainda, seria ideal contar com a participação dos Stakeholders tanto no momento de aplicação da pesquisa, quanto no planejamento e seleção dos usuários participantes.

3) Crie um plano de pesquisa

Um plano de pesquisa envolve os objetivos da pesquisa, as metodologias que serão usadas e qualquer outro elemento que dê mais clareza e foco na sua pesquisa como:

  • Orçamento;
  • Papéis e responsabilidades;
  • Tarefas e Scripts.
Fonte: UXDESIGN.CC

Além disso, um plano consegue demonstrar com mais transparência os ganhos com o processo para os Stakeholders.

Outro aspecto importante do plano de pesquisa é compartilhá-lo com o resto da sua equipe. Nesse sentido, transforme o plano em um One Page compartilhável e que possa estar sempre à mão do time e dos Stakeholders.

4) Crie um painel de pesquisa

Uma das coisas mais difíceis em conduzir uma pesquisa é o agendamento e recrutamento de participantes.

O começo sempre vai ser mais difícil, mas conforme você for conseguindo usuários para participar, pergunte, ao final da pesquisa, se ele estaria disposto a participar de uma nova pesquisa no futuro.

Dessa forma, você começa a construir um painel com diversos contatos de usuários que já demonstraram interesse em participar da sua pesquisa.

Essa prática agiliza bastante a condução da pesquisa, portanto, vale a pena adotá-la em seu processo e Lean UX.

Dica de Leitura: Por que a Persona é essencial em todo projeto de UX Design?

5) Automatize o processo de recrutamento

Uma opção para agilizar o processo de recrutamento de participantes para a pesquisa é automatizá-lo.

A ideia é criar uma pesquisa automatizada para identificar se o respondente se encaixa no perfil para participar da sua pesquisa. Em caso positivo, o respondente recebe uma mensagem perguntando se ele gostaria de participar da pesquisa.

Se ele aceitar, o agendamento já acontece automaticamente e agora é só você aplicar a pesquisa na data agendada.

A automatização não é simples de ser calibrada, mas a partir do momento que ela começa a funcionar ela já consegue trazer bons resultados e agilidade para o seu processo.

Por que usar o Lean UX?

Lean UX é um conceito que surgiu com o intuito de agilizar o desenvolvimento de produtos e reduzir desperdícios durante toda essa cadeia.

Apesar de colocar mais velocidade nos processos, o Lean UX não deixa de lado o compromisso com a entrega de resultados. Nesse sentido, o Lean UX traz alguns benefícios como:

Eficiência e redução de custos

Com a redução do tempo e com mais velocidade no processo de desenvolvimento de soluções, a sua empresa economiza um tempo valioso de projeto.

Nesse sentido, ao invés de passar 3 meses no desenvolvimento de um produto que não vai agradar ao usuário, teste a sua hipótese e veja se a proposta do produto faz sentido.

É melhor validar as hipóteses e tomar as decisões rápidas, do que investir muito tempo e dinheiro em uma solução que não trará resultados para a organização.

Reduz o tempo

Relacionado ao benefício anterior, podemos claramente pontuar que o Lean UX economiza o tempo da sua empresa.

Além disso, a proposta de teste e iteratividade constantes permitem corrigir as rotas do projeto, fazendo com que o produto ou solução sempre agreguem valor ao usuário.

Design Centrado no Usuário

Não é preciso nem comentar que o Lean UX utiliza os conceitos de Design Centrado no Usuário em seus processos.

Fica mais evidente no processo de desenvolvimento de um MVP baseado nos feedbacks dos clientes e usuários.

Dessa forma, o Lean UX é uma nova forma de trabalho do UX Design, mas que não se afasta dos conceitos principais da profissão.

Dica de leitura: Entenda os 4 princípios do Design Centrado no Usuário

É data-driven

Ser data-driven significa ser orientado para dados. Ou seja, tudo o que envolve o Lean UX é baseado em evidências e dados retirados das pesquisas e feedbacks com os usuários.

Nesse sentido, há diminuição de risco no desenvolvimento e na implementação pelas decisões não serem baseadas em achismos ou gostos pessoais.

Além disso, usar os dados podem ajudar a encontrar falhas e inconsistências quando algo der errado no meio do caminho.

Case de sucesso: CarMax

A CarMax é uma grande rede de lojas que vendem carros usados, nos Estados Unidos.

A empresa gostaria de melhorar a experiência de compra do usuário, a qual contém elementos online e offline. O usuário consegue acessar o site da CarMax, pesquisar o carro de interesse e agendar o teste-drive, mas a compra efetivamente deve ser feita fisicamente em uma das lojas da empresa.

Pelo fato da CarMax desejar redesenhar sua jornada do compra de uma forma mais centrada no usuário, ela começou a usar o conceito de Lean UX com esse objetivo.

Dessa forma, a equipe de design criou a seguinte hipótese: se o cliente tiver disponível um melhor entendimento sobre o financiamento do carro, eles teriam uma melhor experiência de compra?

Em seguida, para validar a hipótese, a CarMax fez uma pesquisa com diversos consumidores e desenhou diversas versões de um aplicativo de empréstimo. A cada versão do aplicativo eles aprendiam mais sobre a experiência de compra do usuário e podiam melhorar o design do app.

Ainda, o time de Lean UX trabalhou perto dos consultores de venda das lojas da CarMax. Dessa forma, puderam garantir que todas as informações do cliente estivessem incluídas na parte offline do processo de compra.

O resultado desse projeto foi a criação de uma experiência mista — online e offline — que ajudava os clientes a encontrarem as melhores opções de carros de acordo com o seu potencial de compra.

Além disso, o sucesso do projeto não fez apenas com que a CarMax desenhasse uma melhor experiência para seus clientes. Mas fez também com que a empresa mudasse toda a sua cultura e processos internos, inclusive os de contratação e de construção de equipes.

Conclusão

O Lean UX é um conceito com um grande potencial de transformar a maneira com que as empresas desenvolvem produtos e solucionam as necessidades dos usuários.

Com base em seus princípios fundamentais, o processo de Lean UX prioriza a validação de hipóteses criadas a partir de premissas e testadas em um processo de iteração, onde a cada ciclo surgem novos aprendizados sobre a experiência do usuário.

Apesar disso, é preciso tomar cuidado porque certos processos precisam ser adaptados para que se encaixem no conceito de Lean UX, como o processo de pesquisa por exemplo.

Portanto, é um conceito que traz muitos benefícios para as empresas e para o time de UX Design.

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