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Síndrome do Impostor: Somos Mesmo Incapazes?
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Síndrome do Impostor: Somos Mesmo Incapazes?

Imagem de capa. Artigo: Síndrome do Impostor

Quando ouvimos sobre Síndrome do Impostor, talvez pensemos diretamente sobre um sentimento de insegurança, principalmente na vida profissional.

No entanto, a Síndrome do Impostor é mais do que isso, e pode atrapalhar bastante a vida das pessoas, influenciando até mesmo outras doenças mentais.

Neste texto falamos sobre o que é a síndrome, seus sintomas e por que ela pode se manifestar em UX Designers.

Síndrome do Impostor?

A Síndrome do Impostor (SI) é um transtorno psicológico que faz com que as pessoas não consigam enxergar suas próprias capacidades e vivam com a crença constante de que a qualquer momento serão desmascaradas, revelando-se como fraudes.

O termo foi descrito pela primeira vez em um estudo feito pelas pesquisadoras Dr. Suzanne Imes e Dr. Pauline Rose Clance, na década de 70. No estudo, foram feitas pesquisas com 150 mulheres bem sucedidas e que, apesar de seu sucesso evidenciado e reconhecido, não conseguiam enxergar em si mesmas as próprias capacidades.

O estudo teve como foco as mulheres, mas serviu também como base para pesquisas futuras que abriram o leque demográfico, apontando que a SI também pode acontecer em outras esferas de gênero e sociais.

Mais adiante apontaremos as principais causas da Síndrome do Impostor e aqui vale um pequeno spoiler: existe uma relação entre a síndrome com a educação e dinâmica familiar, estereótipos de gênero e raça, e questões culturais.

Por agora, vamos entender quais os principais sintomas da SI e como ela se manifesta na maioria das pessoas.

Dica de Leitura: The Great Resignation – Por Que Profissionais Estão Se Demitindo?

Síndrome do impostor não é apenas insegurança

Síndrome do impostor não é apenas insegurança

Antes de tudo, é importante deixar claro que a SI não é apenas uma questão de insegurança, mas algo muito mais profundo e problemático.

É normal nos sentirmos inseguros frente a um novo desafio, um novo trabalho ou uma promoção. A sensação de incapacidade e insegurança nesses momentos é bastante forte, mas a tendência é irmos ganhando confiança até que tenhamos mais segurança sobre o que estamos fazendo.

Ao contrário disso, a Síndrome do Impostor é algo mais duradouro. As pessoas que a apresentam continuam nessa condição de insegurança mesmo quando seu sucesso é reconhecido pelos seus pares ou superiores, no ambiente de trabalho.

Nesse sentido, cria-se um conjunto de pensamentos como:

  • Eu não sou capaz, cheguei até aqui por sorte;
  • Não pertenço a esse lugar, eu não sou tão capaz quanto as outras pessoas;
  • Um dia ainda vão descobrir que eu sou uma fraude, uma farsa;
  • Preciso fazer de tudo para que não descubram a minha incompetência.

A partir disso, as pessoas começam a se pressionar e trabalhar de forma exagerada, com o intuito de:

  • Evitar que outras pessoas “descubram” as suas falhas ou incapacidades;
  • Merecer um cargo que acreditam não merecerem;
  • Preencher uma lacuna de capacidade, habilidade ou inteligência.

O grande problema é que apesar dos grandes esforços para se sentirem “merecedoras” do sucesso, as pessoas com SI simplesmente não conseguem sair do estado de insegurança e sensação de fraude.

Assim, um ciclo vicioso surge: o sentimento de fraude cria a pressão para trabalhar mais duro, o sucesso vem, mas não é reconhecido pela pessoa e isso desperta o sentimento de fraude novamente.

Ciclo vicioso da Síndrome do Impostor

Além do pensamento constante de que não é capaz, a pessoa que sofre de SI também pode apresentar sintomas como:

  • Relacionar seu sucesso exclusivamente à sorte ou à ajuda de terceiros;
  • Necessidade de se provar constantemente;
  • Dificuldade em receber elogios ou feedbacks positivos;
  • Autossabotagem.

Em particular, a autossabotagem é um recurso muito comum em pessoas com SI e corresponde a um ato inconsciente de reafirmar a sua falta de capacidade. Dessa forma, estabelecem metas e prazos muito difíceis de cumprir, por exemplo. E quando não cumprem ou perdem esse prazo impossível, o ciclo da Síndrome do Impostor recomeça.

Os tipos de Síndrome do Impostor

Tipos de Síndrome do Impostor

A Dr. Valerie Young foi mais a fundo nos estudos sobre a Síndrome do Impostor e a classificou em 5 tipos, descritos em seu livro de 2011, The Secret Thoughts of Successful Women: Why Capable People Suffer from the Impostor Syndrome and How to Thrive in Spite of It:

  1. Perfeccionista;
  2. Super-herói/heroína;
  3. Especialista;
  4. Gênio Natural;
  5. Solista.

Perfeccionista

O tipo perfeccionista é aquele que nunca está satisfeito com seu trabalho e sucesso, e sempre acredita que poderia ter feito mais e melhor.

É comum que a pessoa com esse tipo de Síndrome do Impostor coloque metas e objetivos muito altas, impossíveis de serem alcançadas.

Além disso, não importa o seu sucesso, sempre dá mais atenção às falhas e fracassos do que para suas forças e qualidades. Nesse sentido, esse tipo de SI pode evitar e ter medo de começar coisas novas pelas primeira vez, com medo de não ser capaz de fazê-las com sucesso.

Dica de Vídeo: Como Escolher Seu Caminho em UX Design

Super-herói/heroína

O tipo super-herói ou super-heroína é aquele que se vê obrigado a trabalhar excessivamente para poder se sentir bem sucedido e bem visto pelas outras pessoas.

As pessoas com esse tipo de SI tendem a virar workaholics e sempre têm em mente que deveriam fazer mais do que precisam, por isso colocam esforço exagerado nas atividades que fazem.

Esse tipo de SI fica preso demais à validação do seu trabalho por outras pessoas, do que satisfeito pelo trabalho em si e, geralmente, leva feedbacks e críticas construtivas para o lado pessoal e não profissional.

Importante ressaltar que não importa a quantidade de esforço que o super-herói ou heroína coloquem no trabalho, ou quanto reconhecimento conquistem. Esse tipo nunca enxerga as próprias capacidades e habilidades como merecedoras.

Especialista

O tipo Especialista da Síndrome do Impostor nunca está satisfeito com o seu nível de conhecimento sobre um assunto, apesar de ser uma pessoa super habilidosa e com domínio sobre sua área de atuação.

Nesse sentido, a pessoa do tipo Especialista procura aprender e saber tudo sobre um determinado assunto, antes de se considerar verdadeiramente conhecedora.

A grande questão é que as pessoas do tipo Especialista nunca vão acreditar que seu conhecimento é bom o suficiente e sempre vão se achar incompetentes, mesmo sendo realmente entendedoras do assunto.

Gênio Natural

O tipo Gênio Natural da Síndrome do Impostor estabelece metas muito agressivas e elevadas para si, e acreditam que devem alcançá-las logo na primeira tentativa.

Quando falham logo cara — porque na maioria das vezes falhamos nas primeiras tentativas — o tipo Gênio Natural se sente frustrado e uma fraude.

Esse tipo de SI é bastante comum quando a pessoa nunca teve dificuldade ou sempre utilizou de pouco esforço para aprender algo ou conquistar um objetivo na infância. Nesse sentido, ficam com a sensação de que o “normal” é sempre acertar de primeira.

Dessa forma, quando falham se sentem envergonhados de si mesmos. Por isso, sentem bastante dificuldade em aceitar novos desafios e evitam aprender coisas novas, com medo do fracasso.

Solista

As pessoas que se encaixam no tipo Solista da SI são aquelas que associam o sucesso ao trabalho individual. Nesse sentido, geralmente enxergam dúvidas e pedido de ajuda como incompetência e fraqueza.

Dessa forma, solistas tendem a recusar ajuda e acreditam que fazer tudo individualmente é uma maneira de provar seu próprio valor.

No entanto, como todo tipo de Síndrome do Impostor, o trabalho duro e solitário do Solista nunca é reconhecido por ele mesmo, ainda que seu sucesso esteja evidenciado por terceiros.

Por que temos Síndrome do Impostor?

Por que temos SI?

As causas da Síndrome do Impostor podem ser diversas, dependendo da experiência e contexto social de pessoa para pessoa.

Neste texto vamos listar algumas causas principais da SI, como:

  • Educação Familiar;
  • Personalidade;
  • Fobia social

Educação Familiar

A educação e dinâmica familiar podem ter um papel muito importante na manifestação da Síndrome do Impostor.

Nesse sentido, algumas situações em família que podem contribuir com o desenvolvimento da SI são:

  • Muita pressão dos pais para que seus filhos e filhas tenham bom desempenho na escola;
  • Constante comparação e incentivo à competição entre irmãos e irmãs;
  • Pais excessivamente controladores ou super protetores;
  • Exaltação exagerada da “inteligência natural” dos filhos e filhas;
  • Críticas duras e constantes para com os erros dos filhos e filhas.

Dessa forma, podemos entender que uma das bases e causas da Síndrome do Impostor vem das vivências familiares e da educação dos pais. Por conta disso, é importante identificar e tratar certos traumas e condições através de ajuda profissional.

Personalidade

Alguns traços de personalidade individuais também podem contribuir para o desenvolvimento da SI em algumas pessoas.

Nesse sentido, pessoas com baixa auto estima ou muito perfeccionistas tendem a desenvolver a Síndrome do Impostor com mais facilidade.

Isso não quer dizer que todas as pessoas com algum traço de personalidade favorável vão desenvolver a SI, mas é um fator importante e que deve ser levado em consideração.

Fobia social

A fobia social — ou ansiedade social — é uma condição em que as pessoas têm um medo irracional de interações sociais.

Nesse sentido, é comum que pessoas com essa condição tenham muito medo de serem julgadas pelas outras pessoas, sejam alvo de constrangimento ou humilhação.

Dessa forma, os sintomas da ansiedade social e da SI podem se sobrepor e, portanto, o primeiro pode influenciar o desenvolvimento do segundo.

No entanto, não necessariamente quem tem SI também tenha fobia social ou vice e versa. Mas é importante ter em mente que uma condição pode ajudar no desenvolvimento da outra.

É também sobre estereótipos, minorias e opressão

É também sobre estereótipos, minorias e opressão

Beleza. Falamos sobre algumas das principais causas e motivos que podem ajudar no desenvolvimento da Síndrome do Impostor durante a vida das pessoas. No entanto, esses não são os únicos fatores que devemos entender e levar em consideração.

questões sociais enraizadas na sociedade que possuem um peso muito grande no desenvolvimento da SI, principalmente quando falamos sobre pessoas racionalizadas — pretas ou amarelas, por exemplo.

Nesse sentido, o estereótipo atribuído a alguns grupos pode ser fator crucial para o desenvolvimento da SI.

Vamos pegar por exemplo as pessoas pretas. Esse grupo é vítima diária de racismo, preconceito e tem suas capacidades e habilidades inferiorizadas a todo momento.

Agora, imagine uma pessoa preta com a consciência de que faz parte de um estereótipo inferiorizado. Automaticamente ela vai fazer de tudo para provar para os outros que ela não é inferior. Vai trabalhar muito mais.

No entanto, nem sempre todo esse trabalho vai ser reconhecido, pelos outros ou pela própria pessoa, nesse caso, despertando a SI e fazendo-a entrar no ciclo vicioso do qual comentamos mais acima.

O estereótipo supervalorizado também é um problema. Vamos pegar as pessoas amarelas, por exemplo. Esse grupo possui um estereótipo de minoria modelo em que são vistas geralmente como mais educadas, mais inteligentes e mais “sábias”.

Uma pessoa amarela que convive constantemente com a suposição de que ela deveria ser naturalmente mais inteligente do que as demais, pode, definitivamente, ter o desenvolvimento da SI.

Nesse caso, a pessoa nunca irá acreditar que o seu trabalho e seus estudos são o suficiente para se encaixar nesse modelo, por mais que seu sucesso seja reconhecido por outras pessoas.

Um ponto importante é que o peso do estereótipo é cumulativo. Se a pessoa for mulher, preta e LGBTQIA+, ela sofre com toda a inferioridade que o estereótipo de cada um desses grupos proporciona, fazendo com que a SI tenha muito mais chances de ser desenvolvida.

Ambientes tóxicos se beneficiam da SI

Além dos estereótipos e vieses sociais, outro fator importante para prestar atenção são os ambientes e gestores tóxicos, nas empresas.

A partir disso, a Síndrome do Impostor pode acabar surgindo por conta de ações como:

  • Gestão pelo medo;
  • Incentivo à competição entre funcionários;
  • Foco nos erros e falta de elogios ou reconhecimentos;
  • Funcionários tratados apenas como ferramentas.

Nesses ambientes, as pessoas são forçadas a acreditar que nunca são boas o suficiente para o o cargo ou trabalho que fazem. Por conta disso, sentem medo constante de serem demitidas e se esforçam o máximo para ter um reconhecimento que nunca acontece.

Infelizmente, para algumas empresas e chefes, criar um ambiente de constante insegurança e medo pode significar ter pessoas trabalhando excessivamente, sem que haja pedidos de promoção ou aumento de salário.

Nesse caso, as pessoas se sentem tão inferiorizadas — por conta da gestão pelo medo — que não enxergam o quanto estão sendo exploradas e como sua Síndrome do Impostor pode ser um bom negócio para chefes manipuladores.

Dica de Leitura: Segurança Psicológica – Confiança e Inclusão para Inovação e Eficiência

Por que UX Designers podem ter Síndrome do Impostor?

UX Designers e Síndrome do Impostor

Vimos que a Síndrome do Impostor é uma condição que pode afetar a maioria das pessoas, alguns grupos com mais facilidade. Na verdade, estima-se que mais de 70% da população mundial tenha sintomas relacionados à SI.

Nesse contexto, é natural que UX Designers também possam desenvolver a SI. Mas por ser uma área relativamente nova, com muita demanda e com pessoas de diferentes backgrounds tentando migrar, será que a SI em UX Design não é influenciada por todos esses fatores também?

A psicóloga PhD Melanie Polkosky — também UX Designer — tem alguns pontos interessantes com relação à manifestação de SI em UXers. Os pontos mais relevantes são:

  • UX Design é uma área nova;
  • Educação e experiência profissional fora do padrão;
  • UX Designers resolvem problemas difíceis;
  • Falta de maturidade nas organizações.

UX Design é uma área nova

Apesar do campo de usabilidade não ser necessariamente algo novo, o mercado de UX Design especificamente — e suas ramificações — está crescendo cada vez mais e chamando atenção de diversas pessoas interessadas em migrar para a área.

Quando se é iniciante, tende-se a sentir mais insegurança sobre seu trabalho. Em UX Design é comum pessoas migrarem de outras carreiras e começaram do zero novamente, sendo iniciantes mais uma vez.

Essa sensação de começar de novo, de não ter experiência ou não saber se vai conseguir ter as habilidades necessárias, aumenta a chance de desenvolver a Síndrome do Impostor.

Educação e experiência profissional diferentes

Se você perguntar para 3 UX Designers quais são suas formações, background e experiências profissionais, você vai ter 3 respostas completamente diferentes.

Essa grande diferença pode criar a sensação de que você não tem as melhores habilidades, experiências ou educação. Isso porque você pode ter um background em administração, mas está ao lado de pessoas formadas em Design, Psicologia ou Marketing, áreas completamente diferentes da sua.

A questão não é que existe um formação ideal que facilita a migração para UX Design. Mas o sentimento que você tem, observando tantos backgrounds diferentes, pode influenciar um certo nível de insegurança e de Síndrome do Impostor.

UX Designers resolvem problemas difíceis

Desenvolver produtos ou serviços que alinhem a experiência da pessoa usuária com os objetivos da empresa, é sim um trabalho difícil e complexo.

É necessário muito conhecimento, prática, Hard Skills e Soft Skills. E mesmo com tudo isso, o resultado não está livre de falhas. Na verdade, o processo de desenvolvimento de produtos é iterativo — teste, análise, aperfeiçoamento.

Essa dificuldade e complexidade da área, aliados ao fato de que falhar não é um acontecimento raro, pode fazer com que a Síndrome do Impostor se desenvolva em alguns UX Designers.

Nesses casos, é importante lembrar de que falhar não é o problema, mas não corrigir a falha sim.

Falta de maturidade nas organizações

A falta de maturidade em UX nas empresas pode ser um grande fator que influencia no desenvolvimento de SI nas pessoas.

Não adianta levar o UX a sério se a empresa onde trabalha não o encara da mesma forma.

Essa lacuna entre expectativas vai fazer com que a empresa não dê a atenção necessária para UX Design, frustrando o seu trabalho. A pessoa nessa situação pode acabar acreditando que suas habilidades não são suficientes, quando na verdade é o ambiente que é extremamente desfavorável.

Todos esses fatores influenciam para que UX Designers possam desenvolver a Síndrome do Impostor com mais facilidade. É importante lembrar que existem fatores internos, como traços de personalidade e educação familiar, mas o ambiente externo, o contexto e as condições atuais da área também pode contribuir para a manifestação do SI em diversos profissionais.

Dica de Leitura: 11 Medos Que Te Impedem De Migrar Para UX Design

Como cuidar da Síndrome do Impostor?

Como cuidar de nós mesmos?

Lidar com a Síndrome do Impostor não é algo simples. Portanto, ao menor sinal ou suspeita a recomendação é sempre procurar ajuda profissional.

Terapia psicológica pode te ajudar a identificar os gatilhos por trás da SI e, dessa forma, você pode trabalhar melhor todas as questões.

No mais, existem algumas recomendações que podem te ajudar a combater a SI:

Compartilhe seus sentimentos: encontre alguém de confiança para poder falar sobre o que está sentindo. Expor os sentimentos é importante para começar a entendê-los melhor. De preferência, faça isso em terapia.

Um passo de cada vez: o progresso e evolução não são coisas rápidas nem fáceis. Lembre-se de que se concentrar em dar um passo de cada vez é muito importante. O sucesso e reconhecimento das habilidades é uma construção disciplinada. A velocidade pouco importa, o importante é ser consistente.

Faça uma lista das suas realizações e feedbacks positivos: comece a tentar reconhecer os momentos em que você teve sucesso ou foi elogiado. Colocar esses momentos no papel ajuda a refletir sobre eles e por que duvidamos deles.

Cada um tem sua jornada: é sobre entender que a vida não é uma competição, por mais que estejamos programados a pensar que seja. Não se comparar com os outros e entender que cada um tem sua própria jornada, com seus próprios objetivos. É importante focar no nosso próprio caminho, sem que comparações interfiram nossas ações.

Use as redes sociais com cautela: as redes sociais não são reflexo verdadeiro da realidade. Há muito exagero, mentira e manipulação por troca de curtidas e compartilhamentos. Portanto, evite cair na armadilha de achar os outros são mais bem sucedidos e habilidosos, tomando como termômetro as redes sociais. Há um abismo entre o que vemos e o que realmente é.

Por último vale lembrar: procure ajuda profissional. A Síndrome do Impostor é uma condição que pode causar outras doenças, como ansiedade e depressão. Portanto, trate-a como uma questão prioritária de saúde.

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